domingo, 13 de fevereiro de 2011

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 1981 - SAÚDE PARA TODOS

Posted by Toninho Kalunga - PT On domingo, fevereiro 13, 2011 Comentários


ABORTO
È assustador o número de abortos provocados no Brasil. As estimativas giram em torno de 2 milhões anuais, principalmente nas grandes cidades, onde inescrupulosos montam verdadeiras industrias do aborto. De cada cinco crianças concebidas, pelo menos duas são sacrificadas antes de nascer. A tamanha monstruosidade, cumpre acrescentar as conseqüências para a saúde física e psíquica das mães.
Outros apelam para argumentações capciosas de cunho emocional, afirmando que a mulher tem direito absoluto sobre o próprio corpo, e que a legalização do aborto seria uma forma de resolver a situação calamitosa já existente devido ao aborto clandestino. Não se pode negar que o aborto provocado é sempre um crime que brada aos céus, por ser uma das mais cruéis formas de violência contra a vida humana inocente e indefesa.
•Todo empenho na melhoria das condições de saúde do povo, que se pode traduzir em múltiplas e generosas ações pessoais e comunitárias de pequeno ou grande alcance, deve estar orientado para:
•Aprimoramento da organização política do país com o objetivo de permitir a livre expressão dos interesses e necessidades de todos os grupos sociais;
•A distribuição eqüitativa dos benefícios econômicos decorrentes do desenvolvimento do país;
•A melhora das condições de vida e trabalho, compreendendo-se aqui, em primeiro lugar, o atendimento às necessidades básicas de alimentação, habitação, vestuário, educação, higiene, transporte e segurança;
•A ampliação dos serviços de saúde e a correção de suas distorções, no sentido de uma adaptação às necessidades prioritárias da maioria da população. Para tanto, são indispensáveis: participação real do povo – segundo as formas convenientes e as instâncias devidas – no planejamento, administração e execução das políticas oficiais de saúde em nível nacional, estadual e municipal; a valorização efetiva dos recursos locais disponíveis na busca de solução para os problemas de saúde das comunidades; a hierarquização mais racional e justa na destinação dos recursos públicos para a saúde, privilegiando a assistência preventiva sobre a curativa;a reorientação da Central de Medicamentos, visando a uma solução para o problema dos remédios necessários à grande maioria do povo.

Em 1981, a temática do aborto tinha o mesmo apelo que hoje e a defesa da vida se mantém na pauta católica.

Na defesa da politica do aborto o argumento também não mudou, continuam afirmando que
a mulher tem direito absoluto sobre o próprio corpo, e que a legalização do
aborto seria uma forma de resolver a situação calamitosa já existente devido
ao aborto clandestino. Não se pode negar que o aborto provocado é sempre um pratica corriqueira e que deixa marcas psiquicas e fisicas impossiveis de serem curadas, por ser uma das mais cruéis formas de violência contra a vida humana. Tanto da mulher como da criança.

A partir desta campanha da fraternidade se popularizou a percepção da necessidade de um sistema de saúde que pudesse atender a todos os brasileiros e não apenas quem era segurado pelo antigo INAMPS. Daqui nasceu o hoje importante SUS - Sistema Único de Saúde.

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